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Últimas da obra (que agora sim está acabando)

RC-32468O Pico (nossa última esperança, depois de tantas dificuldades com as empresas e empreteiros anteriores) está finalmente trazendo à obra o ritmo que a gente anseava, e que nos faz acreditar que o pesadelo irá logo se transformar na realidade sonhada. Aqui, ele e o Marcos estão realizando o deque da piscina, com as maravilhosas cruzetas de madeira nobre curada durante mais de vinte anos em cima dos postes, e recicladas pela Guluc de Pariquera.

RC-32547O Pico e sua equipe estão realizando as calçadas do hotel, ligando os vários edifícios, com as linhas curvas que batalhamos tanto para conseguir com as empresas e empreteiros anteriores, para os quais parecia que qualquer coisa que não fosse reto era algo totalmente fora da conceição do mundo. No desespero, fico brincando que a única parede curva que conseguimos no hotel até agora foi graças ao Gilmar, que com sua inépcia nem conseguiu fazer uma parede reta para nosso quarto.

As últimas notícias da obra

Agora temos uma entrada com cobertura (e sapateira anexa)  para nosso quarto, pequeno mas importante progresso para nosso bem-estar.

Agora temos uma entrada com cobertura (e sapateira anexa) para nosso quarto, pequeno mas importante progresso para nosso bem-estar.

Começam a tomar realidade as calçadas, que juntam os vários edifícios do hotel, cruzando o que será o jardim.

Começam a surgir as calçadas, juntando os vários edifícios e centros de atividade do hotel, cruzando o que será o jardim.

Nossa sala de oração está quase completa, com as grandes janelas antigas, os vitrais encaixados na parede, os arcos aludindo a mesquitas e catedrais, os mosáicos de Katia e a parede estrelada. Para podermos finalmente nos prostrar num lugar condizente, nesse contexto maravilhoso.

Nossa sala de oração está quase completa, com as grandes janelas antigas, os vitrais encaixados na parede, os arcos aludindo a mesquitas e catedrais, os mosáicos de Katia e a parede estrelada. Para podermos finalmente nos prostrar num lugar condizente, nesse contexto maravilhoso.

O belvedere ganho piso de um lindo porcellanato antiderrapante em xadrez de cores discretas, em contraposição ao teto vívido, que o João definiu 'circense'.

O belvedere ganhou piso de um lindo porcellanato antiderrapante em xadrez de cores discretas, em contraposição ao teto vívido, que o João definiu ‘circense’.

Não só críticas maldosas e inveja

“Parabéns pela texto e matéria que realizou sobre a festa de Santo Antônio no Mandira. Lamento não ter tido disponibilidade de ter acompanhado esta manifestação religiosa que é comemorada em todo Brasil, com grande enfase e devoção em diversas cidades do Pais cuja atrai uma grande quantidade de devotos, turistas e pessoas que respeitam, participam e admiram estas manifestações religiosas e culturais.
Sem sombra de dúvidas o trabalho que estão realizando aí em Cananéia irá, e já está contribuindo para ajudar a preservar, manter e divulgar este tipo de evento, bastante admirado e procurado nesta época do ano como outros eventos culturais/religiosos como as festas juninas de São Pedro e São João.
Acho que seria legal, nós comerciantes e empresários de Cananéia, criarmos um jornal impresso, para divulgarmos para toda a população matérias como esta que realizou sobre a Festa de Santo Antônio no Mandira. Realizar matérias também sobre a procissão de Nossa Senhora dos Navegante, São João Batista de Cananéia, e demais manifestações culturais, pois A CULTURA ATRAI PESSOAS CULTAS!!!
Estes eventos são muito saudáveis para todos, toda a população, comércio, visitantes e turistas. Acho que seria interessante nós comerciantes e empreendedores nos aproximarmos mais da Igreja, do poder público e das comunidades locais, para transformarmos estas manifestações culturais em um formato próximo a produtos turisticos, com são feitos e realizados em Aparecida do Norte, Iguape, no Nordeste com o Padre Cícero, no Norte o Círio de Nazaré, são alguns exemplos que proporcionam manter a tradição e ajudar a economia local.
Eventos culturais como a FLIP  de PARATI. Quem sabe um dia consigamos chegar próximo ao modelo e movimento turistico que PARATI possui atualmente.
Uma sugestão: poderíamos aproveitar a polêmica entre São Vicente e Cananeía, e realizarmos um ENCONTRO ANUAL DE HISTORIADORES E ESCRITORES.
Mais uma vez, parabéns pelo trabalho e agradeço a Deus por terem escolhidos Cananéia para implantarem o LAGAMAR ECOHOTEL, pois são pessoas como vocês que a região precisa para conseguir projetar-se no cenário, turístico, cultural e histórico brasileiro e global.
Não tenho dúvidas que o resgate histórico, cultural e arqueológico do Vale do Ribeira, está breve a ser realizado, e quando isto acontecer, não tenham dúvidas, a região de Cananéia e Vale do Ribeira será uma região bastante procurada por diversos turistas, do Brasil e do mundo, que admiram, buscam em suas viagens, a história de verdade, culturas locais, ecoturismo, gastronomia típica , turismo arquelógico e religioso… resumindo: tudo isso e muito mais que o Vale do Ribeira tem em abundância e apenas falta ser  projetado, divulgado em meios de comunicação, por pessoas competentes e responsáveis como vocês, em  um formato de produto turísticos como já é feito por algumas cidades turísticas bem sucedidas como Parati, Socorro, Campos do Jordão, Águas de Lindóia, Porto Seguro e demais.
A vantagem que vejo no Vale do Ribeira e Cananéia, que possuem em relação as demais cidades turisticas conforme algumas que citei acima, é que a maioria das demais cidades turísticas estão saturadas ou possuem poucos atrativos a oferecem, diferente de Cananéia e o Vale do Riberia, que turisticamente, históricamente posso até arriscar a dizer que estão preservados ou embrionários em relação a muitas cidades turísticas brasileiras, acho que isto é muito bom! Ha muitas coisas inéditas que irão atrair e agradar os futuros turistas que vierem para Cananéia e Vale do Ribeira.
Roberto e Katia, gostaria de finalizar dizendo: com o trabalho que estão começando a realizar aí em Cananéia, o turismo da região, que era uma inércia, já esta começando a movimentar se, e não tenham dúvidas, que o turismo com a competência de vocês ira caminhar a passos largos, rumo ao  turismo internacional.”
Marcos Cruz

De pobres sapos e bruxas voadoras

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Um pobre sapo, que tirei da piscina, de onde não conseguira sair pela noite inteira, quando já estava tão exausto ao ponto de nem conseguir boiar, fotografado um instante antes do salvamento, se transforma com os olhos revirados num ser demoníaco, como aqueles que constituíam os ingredientes das poções das bruxas. Nos tempos saudosos quando ainda tinha. Bruxas, que sapos ainda tem. Conseguiram se reproduzir. As bruxas, não. E não me venham com ‘mas que hay, hay’. Hoje, não mais. Aqui, pelo menos, pelo que sei. Ou será que tem sim, e eu nem vejo, de tão racional que fiquei? Ainda bem que o Harry Potter resgatou a dignidade da categoria.
No Swaziland, um dos territórios autônomos (porque pertencem a tribos ainda independentes) da África do Sul, as autoridades de controle aéreo avisaram que as bruxas que voarem acima dos 150 metros de altura com suas vassouras, poderão ser presas e até abatidas, por representarem perigo para o tráfego aéreo. Esses também não acreditam nas bruxas, mas é melhor se precaver…

A festa de Santo Antonio no quilombo

RC-32065Assistimos e participamos, nesses últimos dias, à festa de Santo Antonio de Pádua, o santo padroeiro da Comunidade Extrativista do Mandira, o quilombo que é nosso vizinho, a 5 km do hotel. Pudemos constatar como háRC-31994 elementos importantes de fé e culto que se mantêm vivos ainda hoje. Começou terça com o lindo ‘terço cantado’ liderado, com bela dignidade e carisma, por Arnaldo Mandira. Na quarta, houve a procissão em louvor a Santo Antonio, carregando uma estátua da Nossa Senhora Aparecida e uma estatuinha preciosa do santo, com mais de 250 anos, conforme me informou o padre Victor, o religioso espanhol responsável pela paróquia de Cananéia, que em seguida batizou recém-nascidos e oficiou a missa na pequena igreja da comunidade.
É um primeiro passo para nos aproximar e descobrir a realidade cultural e religiosa mais verdadeira da RC-32016comunidade quilombola nossa vizinha.

O embarcadouro dentro do mangue

RC-31492Fomos entrando no mangue diante do hotel, numa trilha precária usada até pelas onças que rondam por aqui, como mostram claramente as pegadas publicadas no post anterior. Depois de uns 150 metros de afundar na lama, entre os pés de mangue, descobrimos o que poderia se tornar o embarcadouro ideal para os caiaques e pranchas do hotel. Seria o acesso, independente das marés, para o sistema de canais e lagoas do Lagamar, para os passeios dos hóspedes. Como em outras ocasiões, estranhei a quase total ausência de cheiros, apesar a evaporação provocada pelo sol a pique na lama cinzenta. Provavelmente por causa da argila predominante, tão neutra, tão inerte, tão estéril.

Pedindo ajuda para aqueles que acompanham esse blog…

Será que alguém, dentre aqueles que nos acompanham nesse blog, poderia confirmar a notícia que nos deram, da qual não consegui até agora nenhuma comprovação na internet: de que os governos do Paraná e de São Paulo teriam chegado (finalmente) a um acordo para realizar o trecho da BR-101 entre Cananéia e Guaraqueçaba, o único que faltava para a estrada percorrer o litoral brasileiro todo? Com tudo o que isso comportaria, no bem e no mal, para nós que estamos localizados exatamente entre Cananéia e Guaraqueçaba.